Conto Erótico: Comecei a namorar

Mais um texto maravilhoso dos nossos leitores. Dessa vez a maravilhosa Stelly Sabrinny que quis que eu publicasse sem marcações mandou esse conto erótico DE-LI-CI-O-SO. Romance lésbico, BDSM e a Caveirinho que é uma submissa maravilhosa que aceita tudo o que a sua Dominadora manda. 

Caso você queira fazer seu post, criar seu conto ou deixar sua contribuição especial para o blog, use nosso formulário de contato com o título, o texto e seu nick para publicarmos.

Confiram:

Comecei a namorar uma garota chamada Chaveirinho, uma garota dócil e inteligente. Sempre que iniciamos algum relacionamento queremos fazer as coisas direito, dando o melhor que temos. Chaveirinho era especial e eu sentia que de inicio poderia contar e confiar nela. Mas eu tinha segredos dos quais ainda não podia revelar a ela.

Já fizemos vezes amor várias vezes, mas não do meu jeito, não sei se ela estaria pronta para isso afinal. Se ela estaria pronta para o meu grande segredo. Saímos para comer algo e eu perguntei a ela:

- Amor você sabe o que submissão?

- Sim amor, claro!

- Você acha que seria submissa a mim?

Ela sem entender franziu as sobrancelhas e disse:

- Amor, que conversa estranha, não sei o que quer dizer com isso, mas sabe que respeito você e as vezes aceito suas ordens.

- E se, sempre ao invés de ti pedir, eu mandasse em você? Aceitaria minhas ordens?

- Depende do que seja.

- Se por acaso na hora H eu te dissesse: Chaveirinho faz isso, você faria?

- Amor, na hora H eu seria 100% submissa a você.

Quando ela me disse aquilo, fiquei completamente louca, então dei a cartada final:

- Você usaria objetos e utensílios comigo?

- Amor, eu seria sua escrava. - respondeu calmamente.

Olhei diretamente em seus olhos, dei aquela encarada e disse:- você tem certeza das suas palavras?

E ela seriamente devolvendo a olhada respondeu: - estou falando serio, quando digo que serei tua escrava.

Estávamos num restaurante e naquele momento não podia fazer o que eu queria. A comida chegou e começamos a comer. Olhei e disse: - Amor você confia em mim?. - Ela com aquele olhar confuso disse que confiava plenamente. Continuamos a comer e eu pensando o que iriamos fazer de inovador e diferente. Estava sendo uma noite agradável, comendo e conversando e eu a pensar se já podia utilizar das minhas artimanhas com ela. Ela era nova e inteligente, bem comunicativa e demonstrava ter tido poucas parceiras e isso me fascinava.

Enquanto eu me perdia nos mais profundos pensamentos, Chaveirinho falava e falava, eu nem dava muita importância, na verdade nem estava prestando atenção, estava muito longe imaginando o que fazer com ela. Quando adentrou três conhecidas dela, e ela ficou eufórica ao vê-las e eu ficava observando. Ela me revelou que uma delas foi sua primeira mulher, comecei a ficar com ciumes, não por descobrir que era sua ex, mas por ver que ela não parava de falar sobre seu passado com sua ex.

Comecei a ficar incomodada com aquele assunto, não sabia que iria ter tantos ciúmes, ainda revelou que seu nome era Bia. Percebi que Bia (a ex) olhava de vez em quando, elas estavam na mesa próximas a nós, então Chaveirinho passou a dar atenção ao celular e não mais a mim, aquilo foi me deixando irritada. Não querendo demonstrar minha irritação, pedi a conta.

- Já vamos? - Ela perguntou.

Respondi grosseiramente: - Sim vamos, você precisa de limites.

- Limites? Como assim?

- Preciso discipliná-la.

- Disciplinar? Como?

Já brava, respondi: - Você já vai saber.

No carro, durante todo o caminho permaneci seria e calada enquanto Chaveirinho estava falando comigo e tentando entender porque eu parecia irritada com ela. Entramos em casa:

- Amor você vai brigar comigo? O que fiz? Vamos conversar poxa!

- Vá para o quarto! - Ordenei em um tom firme e a encarei com um olhar de raiva e ciúmes. Ela nem argumentou, logo foi. Vendei seus olhos e devagar tirei suas roupas.

- Amor, o que você vai fazer?

- Já falei, vou te colocar limites.

- Mas amor...

- Você disse que confiava em mim não foi? Agora prove...

Com os olhos vendados, eu a deitei na cama de bruços e mandei que não se movesse, entretanto para ficar mais emocionante, prendi suas mãos na cama. Acendi uma vela e me pus vagarosamente a pingar a cera em suas costas. Ela gemia em uma mistura de surpresa, prazer e medo ao mesmo tempo aquilo me excitava muito. Depois disso parei, fiquei a observar em silêncio por um instante.

- Amor? Você ta ai?

Ela me chamava e eu ainda permanêcia em silêncio observando-a.

- Amor? responde! Cadê você?

Ela me chamava e eu quieta. Até que um estralo, fez as estruturas do meu corpo vibrar intensamente. Peguei um cinto e bati nas costas dela uma única vez, vez esta que fez ela gemer de susto, dor e, por fim, prazer.

Continuei a bater-lhe com o cinto e minha alma se enchia de uma satisfação enorme cada vez q o cinto estralava em suas costas, cada gemido sensível q ela pronunciava. Mesmo apanhando ela continuava meiga e isso me fascinava. expliquei a ela que isso era para que ela tivesse mais respeito e disciplina por mim ao invés de ficar no celular estando em minha companhia. Disse a ela que ela estava sendo disciplinada por dar tanta ênfase a uma ex e deixei bem claro que eu percebi o quanto essa ex olhava para Chaveirinho. Ela gemia de maneira contida, não eram gemidos altos, mas baixos e submissos, dava a impressão que ela entendia o porque estava sendo castigada e fazia parecer que sabia que merecia aquilo.

 

amor bdsm

Subi na cama e beijei sua nuca, coloquei minhas mãos entre suas pernas e notei que estava absolutamente molhada, tirei a venda dos seus olhos e me pus a beijar e passar a língua em suas costas. ela se arrepiava e enquanto isso eu mantia minha mãos entre suas pernas. Virei ela de frente para mim, beijei sua boca. Seus lábios gelados e mamilos durinhos me contagiavam, chupei os seios enquanto massageava o clitores, fui descendo beijando seu abdômen sarado, sua virilha e suas partes intimas, então parei e fiquei olhando para ela.

De imediato implorou: - Não pare! Por favor não pare!

Passei as mãos em suas pernas, mas não prossegui, novamente ela reagiu: - Oh por favor, continua! Me faz gozar, te imploro!

Ironicamente dei um sorrisinho, coloquei meu dedo sobre seus lábios indicando que ela deveria ficar em silencio: - você é minha submissa e sendo assim sou eu quem decide o que fazer e quando fazer, seu prazer pertence a mim.

Lhe beijei na boca e desprendi suas mãos, beijei seu pescoço, passei a língua na sua orelha e dei uma mordidinha. Com meus dedos indicador e o maior de todos, fiquei passeando do seu abdômen ate o pescoço lentamente, enquanto com a outra mão acariciava seu rosto. Então comecei a masturbá-la, enquanto deslizava minha outra mão em seus seios apertando-os devagar, tocava em seu rosto, sua boca, seu pescoço masturbando-a e tocando-a por toda sua extensão.

Cada centímetros dos meus dedos estavam indo para dentro dela lentamente, enquanto chupava seus seios. Eu dava firmes estocadas. Puxei-a e a sentei em meu colo continuava dando estocadas enquanto acariciava suas belas pernas e a beijava de língua. Ela arranhava minhas costas e puxava meu cabelo. Seu gozo Quentinho escorria para minhas mãos então tratei de deita-la e abrir suas pernas e passando a língua na região úmida em que tinha acabado de gozar, Chaveirinho sentia seu corpo dar "Choquinhos". Suguei cada gota do seu gozo.

Por fim, ela deitou na cama, exausta, mas feliz.

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