Crônicas de uma GP: Esperando por Ele vendada (parte 1)

Hoje, dia 04/12/2015, iniciamos mais uma maravilhosa categoria no nosso blog: Contribuições dos Leitores (talvez mudemos esse nome num futuro) que nada mais são do que posts feitos pelos nossos amados e queridos leitores =D
Caso você queira fazer seu post, criar seu conto ou deixar sua contribuição especial para o blog, use nosso formulário de contato com o título, o texto e seu nick para publicarmos.

O conto de hoje foi escrito pela maravilhosa Suzana Prado e o contato dela pode ser encontrado lá no fim do texto.

Confiram:

Tudo combinado entre nós, depois de um longo período de negociações, desencontros de agenda por ambas as partes, impecilhos pessoais referente o dia-dia, a ansiedade tomava conta dos sentidos e batimentos cardíacos.

Uma breve mudança de horário e quase mais um dia de espera para finalmente tê-lo entre minhas pernas.

Enfim, o momento chegou. Eu o aguardava com as janelas e cortinas cerradas, a escuridão era proposital.
Deixei a porta destrancada, o banho já providenciado, toalha limpa, cheirosa, felpuda.

Enquanto o aguardo, coração acelerado. A boca seca. Pés gelados. Mãos úmidas. Vestida com um fio dental preto com renda nas laterais, uma camisola curta de seda. Um edredom macio por cima da pele semi desnuda. E uma venda nos olhos. Sim, permaneci VENDADA!

Ouço a porta se abrindo, coração vai no limite, boca seca imediatamente. Os passos dele em direção a ducha. Para o fim da minha angústia o banho foi breve.

Todos os sentidos muito aguçados. O que aumentou ainda mais o desejo tornando assim o tesão algo inexplicável.

Passos dele em minha direção, ele descobre meus pés e começa a lambê-los, sinto um calafrio subindo pelo meu corpo. Apenas respiro e aprecio cada pedacinho do meu corpo que ele deliciosamente desliza sua língua macia e quente.

Estava de bruços favorecendo assim sua língua degustar com gentileza e maciez meu derrière, me contorcia delicadamente. Respiração ofegante, sua boca quente continuou a subir em direção a minha nuca, me proporcionando arrepios por toda minha cútis.

Encostou em meu rosto enfiando sua língua dentro da minha boca. Senti sua temperatura pegando fogo dentro de mim, aquela barba macia, desenhada, bem aparada esfregando em meu rosto que parecia estar em febre.

Fui DESVENDADA, olhei em seus olhos, um sorriso de satisfação.

Nunca tínhamos visto um ao outro, literalmente encontro as cegas. Ele me virou e disse: "Tudo bom? "

Eu puxei sua boca e o calei com minha língua. Respiração cadenciada, uma vontade de devorá-lo. Um desejo imenso em sentir aquela barba percorrendo todo meu corpo.

Parece que ele leu meus sentidos/desejos/pensamentos, desceu languidamente sua língua por entre meus seios, eu seguro seu rosto sentido a maciez dos fios, ele continua a descer até chegar dentre minhas pernas.

O seu prazer é o meu! Ele ficou tempo sem fim ali, no meu prazer, sua língua como um vulcão fervendo úmida, babada, macia como pluma, se misturou com todo meu prazer, já não sabia mais o que estava tão molhado, se era sua boca de tanta fome e desejo por me devorar, ou se era minha vulva que estava transbordando desejando por senti-lo.

Meus gemidos eram calmos e ofegantes, pausadamente eu apertava seu rosto contra meu púbis. Desejo incontrolavelmente pelo seu membro.

Com movimentos lentos porém certeiros vou em busca de seu pênis que latejava e queimava minha mão de tão quente. Encostei minha língua em sua glande, ele suspirou, não parou nem um minuto de me devorar com sua boca deliciosa, eu fiz o mesmo, retribuindo cada sensação de prazer e desejo intenso.

Nos degustamos sem pressa. Sentindo cada desejo sendo finalmente realizado.

Coloquei o látex, sentei em seu colo, movimentos do pompoarismo vão engolindo cada centímetro do seu membro, seus gemidos se intensificam a ponto de me pedir para diminuir o ritmo, aumentando nosso tempo de prazer.

Beijei com sede aquela boca suculenta, sentindo mais uma vez sua barba fazendo carinho em meu rosto. Como sou apaixonada por homem que sabe usar sua barba!

Meu ritmo intensificou, ele pediu calma, eu cada vez mais com vontade de explodir de tesão.
Comecei a rebolar em seu colo, ele já se contorcia segurando para explodir comigo, até que não me aguentei e senti uma onda quente porém calma ao mesmo tempo. Respiração ofegante.

Ele não resistiu a pressão do meu quadril por cima dele em ritmo acelerado, deu um gemido único e forte! Respiração muito ofegante.

Pausa para um breve repouso.

Suzanna Prado
Site www.suzannaprado.com
Cel (11) 98430 6767

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