Diário de uma Camgirl: O dia que conheci um podólatra fazendo sexo ao vivo

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Essa é a modelo Moranguinha, do site CameraHot. A coluna Diário de uma camgirl é de autoria anônima e não da referida modelo.

Eu já estava entrando no CameraHot há alguns dias como camgirl e podia dizer que estava me aperfeiçoando cada dia mais em fazer um sexo ao vivo gostoso, para todos os gostos e sabores, enfim.

Conhecia vários caras diferentes, alguns muito legais, outros bem insuportáveis, mas de certa forma todos me acrescentavam em alguma coisa, quando não era dinheiro, era em aprendizado.

Muitos entravam em minha sala apenas para desabafar, perguntavam como foi meu dia e me contavam os deles. Passavam algum tempo falando sobre tantas outras coisas que não fosse sexo que, em muitos casos, eu me sentia como se fosse a psicóloga deles.

Eu estava adorando tudo aquilo, podia gozar várias vezes no dia, pagar as contas e passar o dia todo em casa, sem precisar pegar trânsito, além de tudo, ainda me divertia e muito.

Um dia desses, eu estava online e logo entrou um usuário com o apelido de @kingfoot. Ele veio me cumprimentar e eu já fui exibindo sorrisos pra webcam e o saudando com boas vindas.

Antes que eu pudesse lhe perguntar algo do tipo:

  • Tc de onde? Vem sempre aqui, amor?

Ele já me pediu que eu mostrasse os pés na webcam. Como não tinha nada de mais, fui logo expondo meus magros pézinhos e confesso que nunca fui muito fã deles, pois eram desproporcionais, do tipo um dedo maior que o outro, além de serem muito fininhos, enfim.

Após observar meus pés, ele já me convidou para um bate-papo privado e é claro que eu aceitei, até porque eu estava muito curiosa para conhecer mais a fundo aquele cara do outro lado do PC que gostava de pés.

Foi quando perguntei se ele queria que eu fizesse um strip-tease ou algo assim, deixei bem claro que em minha sala eram as vontades dele que seriam realizadas.

Ele, com seu ar de timidez, optou por não ligar a webcam, porém, descreveu cada parte do seu corpo, me contando seu porte físico, a cor de seus olhos, o seu tipo de pele, o tamanho e o formato do seu pau.

Mesmo sabendo que talvez tudo aquilo não fosse real, eu preferia acreditar em tudo que me dizia e se essa era a imagem que eu tinha dele, era essa que eu teria, pois, acima de tudo, sempre soube respeitar meus parceiros e usuários com quais eu fazia um sexo ao vivo.

Foi quando ele me pediu que ficasse pelada e posicionasse meus pés bem à frente da webcam; ali ele elogiava, mas não meus seios grandes e empinados ou minha bucetinha pequenininha daquelas que mais parecem um presentinho de mel.

Ele elogiava meus pés, isso mesmo, falava o quão eram delicados meus dedinhos, e como ficavam bonitas aquelas unhas bem pequenininhas e esmaltadas de renda com branco, a famosa “francesinha”.

E eu podia me sentir acariciada em cada centímetro de meus pés, podia sentir cócegas na sola deles, podia sentir sua língua deslizar por ele e seus lábios chuparem meus dedos.

Toda essa sensação, nova, diferente, estava me deixando animada, animada e ainda com uma pitada de curiosidade por aquele novo fetiche, tudo isso seguido de arrepios e uma excitação inimaginável.

Ele me pedia que eu tocasse em meus dedos e entrelaçasse os dedos das mãos aos vãos dos dedos dos pés; enquanto via tudo isso, e ele expressava em palavras quanto tesão que eu estava lhe proporcionando naquele momento.

Me deitei na cama com as penas dobradas e com uma das mãos eu tocava o pé e com a outra eu me tocava, abrindo meu pacotinho e exibindo para a câmera, tudo para que ele pudesse ver o quanto eu já estava molhada com a nossa conversa.

Continuei me tocando e com minhas mãos eu podia pegar no melzinho e lambuzar meus pés para que aquele tarado ficasse ainda mais excitado.

Ele me demonstrava estar adorando e então me pediu que eu continuasse tocando uma siririca, porém, que deixasse os pés em evidencia na webcam para que nós pudéssemos alcançar o orgasmo juntos.

Eu gemia enquanto me tocava e colocava os pés na frente da webcam mexendo os dedos e me contorcendo porquê de fato aquilo tudo estava muito bom, sentia que ia melar muito mais minhas mãos até chegar ao ápice do tesão e gozar muito fazendo escorrer porrinha da minha buceta.

Por fim, conseguimos gozar juntinhos e ele me pediu que eu pegasse todo aquele leitinho branco que saiu de mim e passasse nos pés como se tivesse massageando com creme hidratante.

Depois de terminarmos, ainda conversamos bastante com a respiração ofegante e após muitos elogios e agradecimentos, ele se despediu de mim.

E lá foi meu primeiro fetiche diferente a ser realizado, mais um usuário satisfeito e mais uma experiência para minha bagagem. Era assim que eu pensava estática deitada na cama refletindo sobre aquele sexo ao vivo que acabava de acontecer.

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