Conto Erótico: A meta do sexo selvagem

Nós pedimos e nossos público atendeu. Trazemos mais uma contribuição dos leitores. Dessa vez a nossa linda seguidora @an_nymphomaniac escreveu um pequeno conto inspirado numa história de começo de ano. Caso mais alguém queira fazer algum post ou texto para o blog, pode usar nossa página de contato ou falar pelo nosso twitter

Sem mais delongas, confiram:

Olá! Meu nome é Júlia, tenho 20 anos. Tenho 1,69m, 65 quilos bem distribuídos em 109cm de quadril, busto avantajado, cintura fina, olhos castanho claro e boca carnuda. Tudo começou em janeiro de 2016. Ano novo chegou e com ele novas metas.

Pois bem, eu tinha várias, e tava com medo de, mais um ano, ser em vão e eu não cumprir nenhuma delas. Eu sou muito tímida e nunca tinha experimentado o famoso “sexo selvagem”, então o coloquei na lista, junto com projeto verão, parar de fazer maratonas netflix e sair mais.

Acabaram as férias da faculdade, e começaram os preparativos para a chegada dos calouros. Em minha faculdade, há uma festa anual, com trotes leves e open bar. Como veterana, ajudei a organizar a festa. Conheci algumas pessoas de outros cursos, com os quais nunca tinha falado, como, por exemplo, o Guilherme.

Ele era mais velho, 29 anos, mas tinha uma carinha de 22, um sorriso lindo e contagiante, um corpo nem magro, nem malhado, e o cabelo liso que formava um topete na frente. Super simpático, ele me ajudou com as compras para o bar. Precisaríamos nos reunir fora da faculdade para conversar sobre detalhes e ele me chamou pra ir num barzinho, assim teríamos ideias de bebidas diferentes.

Saímos e ele se mostrou muito divertido, e eu, acanhada rs. Começamos a beber uma dose de cada bebida do bar para experimentar, e como sou fraca pra bebida, resolvi não tentar acompanhá-lo. Depois de umas várias doses, eu já estava alegre (mas não bêbada) e ele ficou parado me olhando e quando perguntei “o que foi?” ele respondeu “você é linda!”. Era o que faltava pra eu me jogar nos braços dele. Então nos beijamos. Ele me chamou pra ir a outro lugar e eu aceitei.

Ele me levou para seu apartamento. Abriu a porta e quando fechou, me pegou pela cintura e me pressionou contra seu corpo. Eu pude sentir cada músculo se contraindo e descontraindo, seu membro já estava duro dentro da bermuda jeans e eu não sabia o que fazer só me deixei levar pelos movimentos dele. Guilherme me pegou no colo e nos beijamos até ele me colocar sentada em cima da mesa.

Ele tirou minha blusa, depois meu sutiã e começou a me beijar inteira. Eu estava de saia, então só foi preciso levantar e afastar a minha calcinha para o lado para começar a me dedilhar. Fiquei louca e ele intensificou mais, e senti sua língua em minha buceta, com movimentos calmos, mas que me deixaram louca. Eu me contorcia, gemia alto, e ele passava a barba na minha coxa e voltava a me chupar. Ele parou e me olhou com uma cara de safado e eu sabia o que ele queria.

Então, eu levantei e fui em sua direção com uma cara mais safada que a dele. Beijei sua boca e fui descendo beijando sua barriga e arranhando também, até chegar na bermuda. Tirei ela e com minha mão macia comecei bater punheta pra ele, um pouco assustada porque o pau dele era enorme e grosso. Sem pensar duas vezes, coloquei sua rola veiuda na minha boca, chupando bem devagar e depois mais rápido (e ela quase não cabia em minha boca), massageando as bolas e as chupando também. Eu lambia seu pau de cima a baixo e o via virar os olhos de tesão. Segurou meu cabelo e fodeu minha boca.

Até que ele me levantou e me colocou de quatro contra a mesa. Sou apertadinha e quando ele meteu sua rola em mim, a princípio devagar, e eu sentia cada centímetro de rasgar, gemia e pedia mais e mais, enquanto ele me dava tapas na bunda, puxava meu cabelo e socava cada vez com mais força. Me pegou no colo, e me colocou em cima da pia e disse que queria me foder lá. Meteu em mim, segurando meu pescoço e me mordendo enquanto eu o arranhava. Eu estava a ponto de gozar (e nunca tinha acontecido isso antes!!!) quando ele parou, me jogou no sofá e voltou a me chupar. Aquilo era o paraíso. Gozei na boca dele e ele subiu, beijando minha barriga, chupando meus peitos e eu estava pronta pra finalizar.

Pedi pra ele deitar na mesa e subi em cima dele. Cavalgando, rebolando e beijando enquanto ele me batia e me chamava de cachorra, vadia e puta. Fiz um boquete e ele gozou no meu rosto e nos meus peitos. Deitamos, cansados e ele disse que eu era muito boa no que fazia. Eu nunca tinha sentido aquilo antes e fiquei feliz por isso e por ter cumprido uma de minhas metas para 2016!!

 

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