Crônicas de uma GP: O Corno: Mundo BDSM mais uma vez...

Por: Suzanna Prado
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Cel 11 - 98430 6767

Um rico mundo cheio de fetiches, vertentes, desejos escondidos, alguns não aceitos por si mesmos, outros não aceitos pela tão hipócrita sociedade.

Ele me ligou, era uma voz firme, decidido no que desejava, foi bem detalhista, tudo combinado, arrumado entre todos, horário sincronizado.

Ele chegou 15 minutos mais cedo eu deixei uma autorização na portaria para ele entrar.

Ficou esperando ansiosamente no Hall do elevador por sua "esposa vadia", aquilo o excitava de tal forma, que seu rosto estava rubro de tanto sangue que percorria por seu corpo.

Eu estava atendendo um cliente "macho, fodedor" que iria me deixar toda - usada - para o meu "corninho" que já estava me esperando.

Claro que meu cliente Fodedor, não sabia de absolutamente nada, minha tranquilidade e naturalismo ao agir com fetiches é algo admirável e prazeroso.

Apenas conduzi a situação para que ele finalizasse em cima dos meus seios deixando escorrer pela barriga. E assim permaneci. Esporrada.

Ele tomou uma ducha e se foi. Quando foi pegar o elevador cruzou o "corno", porém era como se fosse um morador qualquer.

O corno veio faminto atrás de leite, louco para me cheirar.
Eu estava sem banho, com cheiro de porra, preservativo, perfume de outro macho em cima da minha pele, usava apenas um roupão por cima.

Quando ele entrou, perguntou pq eu fazia aquilo com ele, eu o humilhei e disse que ele era um imprestável, servia apenas para sustentar nosso lar e dei-lhe um tapa na cara, mandei direto pro banho.

Nem ouse encostar em mim, sem banho! Outro tapa na cara! Seu rosto fervia de tão quente.

Ele veio pro quarto, eu deitada na cama toda bagunçada que o macho acabara de usar.
Em segundos ele começou a beijar e lamber meus pés, foi me cheirando toda, como um cachorrinho vira-lata.

Me lambeu, e olhava fixamente enquanto eu dizia que o macho lambia melhor, eu enchia a cara dele de tapa. O rosto dele já estava magenta.

Disse à ele, vem lamber meus peitos, o macho jorrou seu leite aqui, vem me limpar, ele me sugou como um lobo faminto.

Fiquei tão excitada com tudo aquilo, subi em seu colo e cavalguei com calma e profundamente. Uma das minhas mãos permanecia no pescoço do corno, tornando sua respiração bem sufocada.

Ele pedia mais, minha mão já estava ardendo de tanto tapa, mas quanto mais eu batia, mais excitada eu ficava, ele idem. Gozei. Gozei aliviadamente.

O corno quando escuta meus gemidos goza instantaneamente.

Me cheirou mais, lambeu meu corpo todo novamente, me fazendo carinho. Dizendo que sua esposa merecia carinho e repousar um pouco depois de dar tanto para um Macho Fodedor.

Agora sim, ambos tomamos banho. Nos despedimos. Ele feliz e realizado.
Essa foi a primeira vez que fizemos esse fetiche, porém ele sempre retorna, e cada fica mais gostoso.

Só de imaginar que terei um bom macho e depois ser paparicada pelo corno, ahhhh isso me excita muito.

Até breve.

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