[Crônicas de uma GP] Gringo pediu anal com trufas

Muita conversa, esclarecimentos, veio o pedido inusitado: ele queria se servir de Trufas. Porém elas deveriam estar alojadas em meu “derrier”.

Eu nunca havia feito ou imaginado algo assim. Mas fiquei instigada a realizar seu fetiche.

Ambos excitadissimos com a idéia, ele nunca tinha realizado até o dado momento. Chegado o dia, aguardamos ansiosos até o anoitecer.

Ele chegou, sorriso gostoso. Uma cara de “macho” uma barba cerrada. Olhos miúdos. Estatura pequena, porém forte. Ele é atleta. Coração disparado. Tensão e tesão no ar.

Pacote com várias trufas de chocolate em cima da mesa.
Ele foi pro banho. Eu fui arrumar o quarto para nosso deleite.

Nos beijamos como famintos, as bocas? Colaram-se! Preliminares em excesso. Sem nenhum pudor ou regras.

Fui literalmente devorada com aquela boca suculenta.
Retribui com prazer e requinte de safadeza. Ele já havia me dito que gostava de beijo grego. Eu o lambi todinho. Sua pele estava arrepiada de tanto prazer.

Ele me pediu q ficasse de bruços. Comecei a sentir seu peso sobre mim, sua respiração ofegante viera me avisar que nossa brincadeira com as Trufas estava prestes a começar.

A sua língua percorreu minha nuca e começou a descer. Chegou na minha bunda e me segurou forte pelo quadril. Puxou com força e me pôs de 4 se divertindo com sua língua deliciosa.

Ouvi o barulho da embalagem do Chocolate se abrindo, frio na barriga.
Ele colocou uma Trufa dentro de mim, e empurrou com sua língua. Ficou lambendo por instantes meu “derrièr “.

Agora sim veio o pedido inusitado, eu deveria fazer força para expelir a bendita trufa para que ele conseguisse mordiscar o chocolate.

Aos poucos comecei movimentos do pompoarismo e a trufa foi sendo sugada por aquela boca divina.

A trufa acabara, ele se voltou pra mim e me beijou totalmente lambuzado de Trufa. Aquele beijo doce, com cheiro de tesão. Um gosto de sexo intenso e sem pudores.

Eu sorri suavemente pra ele, e disse que estava morta de desejo, ele precisava urgentemente me enrabar. Assim foi feito.

Meus gemidos eram suaves e baixos, pareciam de uma cachorra no cio. Ele me devorou com força. Apertava minhas pernas e puxava o quadril contra seu corpo.

Meus gemidos se intensificaram, avisei que estava prestes a explodir. Isso soou como melodia de prazer no ouvido do Gringo. Bastou meu gemido ser mais forte e intenso, ele atingiu o êxtase simultaneamente.

Deitamos grudados. Sorriso gostoso no rosto. Respiração ofegante. Suados pela força com que ele imprime aos nossos corpos.

Descansamos por longo tempo. Ficamos nos acariciando. Plenitude era o nome refletido em seu rosto.
Satisfação. Desejo de novos sabores.

Nos despedimos com a certeza que esse seria apenas o primeiro de muitos encontros.

Saudades do meu gringo e nossas Trufas.

 

Por: Suzanna Prado
www.suzannaprado.com
Twitter @suzannaprado_gp
Cel 11 – 98430 6767

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